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Sonhos Urbanos

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Para a minha amada: a Raposa

por Jorge, em 21.06.04

Existe uma lenda que descreve o Amor que existiu entre um monge e uma raposa, permanecendo mesmo após afastamento físico. Não fazia a menor ideia que também eu seria participante de uma Amor assim, afinal que hipóteses existiam para que no Séc. XXI uma raposa e um alquimista se amassem? Um Amor assim definitivamente alteraria a realidade, pelo menos a minha alterou…


Sabes, Raposa, se te dissesse que não te amo seria o maior mentiroso dos nossos tempos, tal como, se dissesse que não gosto de estar indefeso nos teus braços (INACREDITÁVEL?!!?!? SEM DEFESAS?!?!?).


 


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 Não vou estar nesse planeta para sempre, estou de passagem. Adorava conhecê-lo ao teu lado, passear de mãos dadas, e contribuir positivamente para ele, sempre a ver o teu sorriso meigo/matreiro e os teus olhos de jade.


Também quero ser uma pessoa muito boa para ti, doce Raposa. Estarei deste lado a sonhar para que realizes os teus sonhos, pronto a abraçar-te quando precisares, a motivar-te para te apaixonares pela Vida (tal como fizeste/fazes comigo diariamente).


Não gosto de fazer promessas para o futuro, mas garanto-te que nestes quatro anos foste o Amor da minha (curta) Vida, hoje é o nosso dia. Desejo que sejas a mulher mais feliz do Universo, e confesso que gostaria de fazer parte dessa felicidade.


Beijos perfeitos e alquímicos para a minha amada Raposa.


P.S.: Se existe uma renovada capacidade de sonhar em mim, foi porque te conheci. Amo-te!

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