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Sonhos Urbanos

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Centro do Universo

por Jorge, em 30.10.05
A Ciência tem direito a dizer o que lhe apetece como lhe apetece, pelo menos actualmente. Basta ver artigos científicos a dizerem barbaridades como “foi descoberto o gene da estupidez” (ou o da marginalidade).

É nesse estilo que venho desmentir o comunicado científico da semana passada (aquele que revolucionou a nossa maneira de viver): “ Jam Session é o centro do Universo.

Não concordo, porque estudos científicos indicam que o Sonhos Urbanos é que é o centro do Universo. Logo a primeira descoberta significava: Jam Session é o centro do universo mas só depois ao Sonhos Urbanos.

Parece óbvio, certo?

Jorge
(Com a responsabilidade de escrever no Centro do Universo)

Falta-te uma estrada para fugires

por Jorge, em 29.10.05
Ora, ora!

Olha quem está aqui, sem sítio para se esconder?!

Estava mesmo à tua procura, hoje resolveremos tudo, vai ser como fazer um “reset” às nossas vidas.




Pensavas que este confronto não ia chegar?!!? A sério? Que inocente.
Basta de conversas e vamos a isso!

Jorge
(É o que faz andar a ler comics do Wolverine…)

Estar de pé a fazer rir

por Jorge, em 29.10.05
Fazer stand-up comedy faz mal às pernas, uma fonte de varizes.

Está ali um tipo de pé, por vezes mais de 10 minutos, a tentar ser engraçado (nem sempre nas melhores condições ambientais).

Eu sou cardíaco, logo corro riscos dobrados. Varizes e ataques cardíacos.

Enquanto não fizer um seguro de saúde estou bem lixado, aliás em Portugal não sei como é que ainda existem seguros de saúde ou de todos os riscos para tipos como eu.

Talvez por estas razões ainda não me dediquei a fazer Stand-up Comedy, mas tenho adorado ver (graças à Teresa que me tem actualizado dos eventos, a quem deixo os meus agradecimentos).

Ainda nesta quinta-feira (27 de Outubro) fui obrigado a desfazer-me em lágrimas de tanto rir, graças às brilhantes actuações de Teresa Lopes Vieira, Miranda, Pedro Silva, Alexandre Romão, Paulo Rodrigues e Gustavo Vieira. O espaço físico das gargalhadas foi o Santiago Alquimista.

Quem ainda não os viu em acção anda a perder bons momentos de comédia. Recomendo vivamente!

Deixo aqui dois sites para obterem mais informações

Sem Wonderbra

Setup/Punch


Jorge
(Em vias de se iniciar no Stand-Up, com um toque muito non sense.)

Silenciar algumas vozes

por Jorge, em 28.10.05
(Foi naquele dia em que chovia e que tu disseste que tudo ia ficar bem)

Percorreram 10 km para lhe perguntarem se não queria repensar nas suas palavras.
Ele manteve-se em silêncio, de forma corajosa e desafiante.



Nem mesmo com uma arma apontada à cabeça ele voltou atrás em relação às palavras que dissera. Decidiu então gritar em discórdia…

… Por isso calaram-no com uma bala. Uma bala que passou por cima de qualquer argumento, qualquer razão. Uma bala apenas para silenciar uma voz com que não conseguiam lidar.

Mas será que aquela voz foi realmente silenciada?

Jorge
(com a crença de que as ideias são à prova de balas)

Ausente

por Jorge, em 28.10.05
Apeteceu-me ficar ausente das minhas obrigações.

Infelizmente, parece que quanto mais velho fico menos liberdade tenho para fazer o que realmente gosto.

Jorge
(armado e perigoso)

Há dias assim... como dizer?... Bons para partir tudo

por Jorge, em 26.10.05
Na adolescência tive muitos momentos de "partir tudo", felizmente ainda tenho esses momentos. O que significam estes momentos? Consistem naqueles instantes em que deixamos de ser "politicamente correctos" e agimos espontaneamente com o objectivo de deitar abaixo as estruturas existentes.

Há alturas em que não podemos mesmo ser passivos, temos que marcar limites para os outros não abusarem. Já fui acusado de "malcriado", "desrespeitador das hierarquias", "agitador de opiniões"... Assim pelo menos tenho algo que contar aos meus futuros netos. :)

Jorge
(em vésperas de "partir tudo")

Um pedaço do que ouço

por Jorge, em 25.10.05
Quero partilhar uma música que estou a ouvir com os meus queridos leitores.

JOHN LENNON - "Working Class Hero"

As soon as your born they make you feel small
by giving you no time instead of it all
Till the pain is so big you feel nothing at all
Working Class Hero is something to be
Working Class Hero is something to be

They hurt you at home and they hit you at school
They hate you if you're clever and despise a fool
Till you're so fucking crazy you can't follow their rules
Working Class Hero is something to be
Working Class Hero is something to be

When they've tortured and scared you for 20 odd years
then they expect you to pick a career
When you can't really function you're so full of fear
Working Class Hero is something to be
Working Class Hero is something to be

Keep you doped with religon, sex and T.V.
and you think you're so clever and classless and free
but you're still fucking peasents as far as I can see
Working Class Hero is something to be
Working Class Hero is something to be

There's room at the top I'm telling you still
but first you must learn how to smile as you kill
if you want to be like the folks on the hill
Working Class Hero is something to be

Yes , A Working Class Hero is something to be
If you want to be a hero well just follow me
If you want to be a hero well just follow me


Jorge

Patolas até ao fim...

por Jorge, em 24.10.05
Hoje notei que a crise que nos afecta não é apenas económica é também uma crise criativa (com uns toques persecutórios).

Cheguei a esta conclusão quando abri o Diário Digital e li:

"Doze gansos patola e cinco gaivotas encontrados hoje mortos entre a praia da Consolação e a do Molhe Leste, Peniche, vão ser analisados pelo Laboratório de Investigação Veterinária (...)"

Sombrio... No mínimo. O que haverá amanhã? Talvez: "Pardal aparece baleado na costa algarvia, corpo será estudado para descobrir a causa da morte. Talvez seja a gripe das aves porque nota-se que a bala é para disfarçar"

Texto: Jorge

...

por Jorge, em 24.10.05


Desenhado por Jorge
(num momento em que a Amadora foi invadida por BD)

Não quero acordar

por Jorge, em 17.10.05
(assim que o despertador toca; normalmente às 07h20)

Recuso-me a acordar para o dia, nego qualquer hipótese de abandonar o calor da minha cama, corto qualquer ligação com a realidade. É então um dos momentos sagrados em que sonho acordado.





Passo então a existir em terras distantes e a viver o inesperado (de duas em duas inspirações). O tempo passa de forma diferente, consigo voar sem acessórios, não preciso de me alimentar nem de descansar e tenho uma espada mágica.

(Bang!!!! Tropeção no tecido existencial)

Por fim, cedo à obrigação de agir como se realmente estivesse acordado. Salto da cama e começa realmente o dia.

Jorge

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