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Sonhos Urbanos

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O gajo que aqui escreve

por Jorge, em 09.01.09

Como criador e contador de histórias sei que o meu trabalho nunca está feito, nem perfeito. De tanto em tanto tempo, olhamos para o que fazemos. Sim, todos acham que são críticos e dizem o que lhes vai na cabeça sobre as nossas obras, mas quando o próprio autor decide fazer isso à sua obra é bem mais rígido. Sabe sempre que tem ali um trabalho incompleto e imperfeito. E decide seguir em frente, porque é a sua natureza, é o que sabe fazer, é o que lhe dá gozo.

Em cada passo para atingir um novo patamar de criação e concretização surge uma nova peça de um puzzle (cuja imagem final desconhecemos por completo). Claramente influencia toda a nossa vivência quotidiana, eu estou muito mais aberto ao mistério da existência desde que escrevo e cada busca individual (e metafísica) que faço acaba por se reflectir nas palavras que gravo em formato digital.


Pensei, li muito, vi muito e passaram uns dias. A gripe incomodou um pouco mas serviu como a pausa que eu precisava. Nestes dias deixei-me levar para o reino da criatividade e voltei cheio de novas ideias e pensamentos frescos.

Afinal, apesar do que se diz por aí, ainda há tanto por descobrir, conhecer e desenvolver.

Para 2009 não espero um reboot da minha vida, prefiro aguardar uma continuidade do que tenho vindo a fazer, com novos desafios e aprendizagens, com velhos e novos amigos e com muitas ideias por navegar. 2008 terminou, não foi perfeito nem realmente completo, tal como a minha própria natureza.

E, porque ainda não o disse, desejo-vos um bom ano.

 

Abraço

Jorge,
Janeiro de 2009 (em casa e com gripe)

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