Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Sonhos Urbanos

Powered by Cognitive Science

Muito mais fácil colocar a culpa nos outros

por Jorge, em 19.06.12

TUDO o que se passar hoje no exame é culpa do Alan Turing (até se passar algum erro em relação ao novo acordo ortográfico).

 

 

"Foi por culpa da tua culpa"

o meu sobrinho quando queria safar-se da responsabilidade

 

Sim, porque assumir as nossas responsabilidades custa muito e até gera chatices. ;)

The Internet Sucks...

por Jorge, em 18.06.12

E custa-me tanto passar 24 horas sem aceder ao email, facebook, twitter e afins.

Foi um hábito que se instalou; apesar de já ter verificado que a minha produtividade triplica (ou mais, sem exagero) por estar sem acesso à internet.

Parece que há sempre uma vontade de ler uma notícia qualquer, ver uma imagem, ouvir uma música, joga uma pequeno jogo... Vocês sabem tão bem como eu.

Nova presença online

por Jorge, em 17.06.12

As novidades começaram no about.me, reformulei o meu perfil lá e adicionei uma foto do iPhil.

Que vos parece? (carreguem AQUI)

 

 

Simplifiquei o que já exisitia no mesmo link.

É o meu cartão de visita online para conhecerem a minha presença na net.

O Pequeno Selvagem

por Jorge, em 15.06.12

 

“You gotta be one of the good guys, son:

’cause there’s way too many of the bad”

Garth Ennis, “Preacher”

 

Deixem-se de tretas de libertar a criança interior, só vejo coisas boas em ser adulto e já ter idade para olhar para trás.

Este é um Manifesto Anti-Monos: deixem-se de tretas e aproveitem toda a vossa criatividade e motivação.

Se não são capazes, "desamparem a loja" (ou pelo menos parem de espalhar os vossos choradinhos)!

 

Todas as semanas vejo caracteres e caracteres de "má onda" pela redes sociais fora, apenas porque sim. GRRRR

 

 

 

Sim, fomos putos e até podemos pensar que era tudo muito bom. Mas aí sim eramos limitados por adultos, agora somos nós que mandamos.

 

Hoje começo o dia a acender a chama. :)

 

Imagem: Calvin__s_Evil_Plan_by_eliterayquaza

Título: livro de Alexandre Jardin.

Spider-Man No More!

por Jorge, em 14.06.12

Job done

por Jorge, em 13.06.12

(antes de acordar, a mente anda perdida nos seus mundos oníricos)

 

Acorda-se sete minutos antes do despertador tocar, bebemos um café bem acompanhados, almoço em família e quando dou por mim estou a despachar trabalho a uma velocidade fora do comum. Sete artigos resumidos e anotados, interligados com um livro base. Amanhã é de exame de Psicologia Cognitiva, sinto-me mesmo bem preparado.

 

Curta pausa para escrever no Sonhos e, daqui a uns intantes, volto ao trabalho. Agora para levar o conhecimento a um passo seguinte, garantir uma boa elaboração e fazer uma pequena pesquisa de suporte.

 

Perfeito será ter tempo para escrever um artigo de blog para o Ginásio Mental e cozinhar um jantar apetitoso.

 

 

Adoro quando os dias são produtivos. Não tem nada a ver com o número de horas que trabalhamos mas o empenho que lhe damos (claro que os maus patrões nada percebem disto e preferem ter um funcionário escravizado com diversas horas pouco produtivas...).

 

É feriado em Lisboa, está um dia de sol fantástico, a maior parte das pessoas está a ver o jogo de Portugal e a cidade está calma (depois de uma agitada noite de santo antónio). 

 

Aproveito para divulgar o blog da fundação José Saramago, http://josesaramago.blogs.sapo.pt/, cuja vista conto fazer muito em breve e votos de um bom dia de Santo António para todos os que aqui passam.

 

Há alturas que não tem piada

por Jorge, em 11.06.12
Estudar só tem piada quando temos tempo para nos dedicarmos, caso contrário é apenas cumprir prazos e pequenas tarefas (exames, trabalhos, etc...).
Esforço de andar a correr de um lado para o outro não é avaliado, nem as horas acordado a pesquisar, nem o interesse que temos. No fim, os métodos de avaliação apenas medem algo específico que nem sempre é o que nos interessa como profissionais.

A voz que comanda o sonho

por Jorge, em 03.06.12

Que voz é esta com que pensamos? Uma amálgama de tudo o que nos tocou? Uma construção feita desse input?

A verdade é que a voz lá está, sabemos que é nossa, mesmo que lhe falte a nossa total autoria.

 

 

E as palavras que esta voz pensa/produz carregadas de informação, muito além do significado das palavras, podem deixar o raciocínio baralhado com emoção (e ao contrário também, decerto). Daqui surgem planos, decisões, conversas e outras interacções com outras vozes (estas externas).

 

Coisas correm mal, coisas correm bem (de "coisas" estamos a falar de um saco azul de assuntos humanos). E passamos uma vida a arriscar, a acertar e a errar, a aprender e a continuar a viver com esperança que esta nova sabedoria nos permita edificar um mundo melhor.

 

Fotografia da autoria do iPhil.

Pág. 2/2