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Sonhos Urbanos

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Conto de Páscoa - 2ª parte

por Jorge, em 27.03.05
Ponto da situação: Coelho da Páscoa em sarilhos, o terrível Sr. Cubo de Gelo armado e perigoso e eu encurralado num ramo de uma árvore, leia-se plano da Sra. Idosa (que eu já começava a ver como ser humano, parece que me enganei).
O Pinguim avançou sem grandes meta-físicas:
- Hoje é o dia em que a nossa rivalidade terminar, o dia em que deixam de haver pontas soltas!
- Deixa-me advinhar, vais suicidar-te e levas o raio da velha contigo!
- Sempre com piadinhas, menino Jorge - O seu bico amarelo estava adornado com um sorriso maléfico, como som de fundo apenas os sons de dor do coelho. Caminhava na minha direcção com um facalhão enorme.
Mas como todos bem sabemos, a motricidade fina dos pinguins não é grande coisa. Todo trapalhão deixou cair a faca, que voou em cheio para a cabeça da Sra. Idosa. Como ele estava desarmado, aproveitei para lhe dar uma murraça na sua barriguinha branca , depois parti-lhe o bico ao pontapé (algo pouco civilizado mas apropriado ao momento), para finalizar atirei-o da árvore abaixo e foi o fim do sr. Cubo de Gelo.
O que se passou a seguir foi muito rápido, a polícia chegou, depois veio uma ambulância para o coelho (que estava muito ferido). A Sra. Idosa foi presa, apesar dos ferimentos graves, e o corpo do Sr. Cubo de Gelo levado. REcebi uma medalha pelo acto heróico e cumprimento do dever cívico.
E assim foi o meu dia de Páscoa...

Jorge

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